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GULFNOTICIASA JCNEWS: Testemunha diz que Flordelis pratica magia negra e optou ser evangélica porque “dava dinheiro”

 

De acordo com uma testemunha, a deputada Flordelis dos Santos (PSD-RJ), acusada de mandar assassinar seu próprio marido, era adepta da prática de magia negra, e que só optou pela religião evangélica porque “era a que dava dinheiro”. Flordelis é pastora evangélica e tem sua própria igreja há mais de 20 anos.De acordo com uma testemunha, a deputada Flordelis dos Santos (PSD-RJ), acusada de mandar assassinar seu próprio marido, era adepta da prática de magia negra, e que só optou pela religião evangélica porque “era a que dava dinheiro”. Flordelis é pastora evangélica e tem sua própria igreja há mais de 20 anos.

A empresária Regiane Ramos foi ouvida na última sexta-feira (28) durante uma audiência sobre o processo em que a parlamentar é ré pela morte do pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019.A testemunha afirmou que a parlamentar tinha objetos usados para rituais de magia negra em casa, e que Flordelis determinou que um de seus filhos, Carlos Ubiraci, retirasse uma mala com o material da residência após o assassinato do pastor Carmo. Carlos é um dos presos acusados de envolvimento na morte de Anderson.

Segundo Regiane os rituais aconteciam no quarto de orações que ficava na residência da pastora em Pendotiba, Niterói, mas nem todos os integrantes da família de Flordelis tinham autorização para entrar no cômodo.

“Só algumas pessoas podiam entrar nesses rituais. São [rituais] para acabar casamento, fazer as pessoas ficarem cada vez mais grudadas a ela [Flordelis]. Eles não são evangélicos”, afirmou a testemunha, que completou que a religião evangélica foi escolhida por Flordelis porque “era a que dava dinheiro”, disse.Wagner de Andrade Pimenta (vulgo Misael), que é um dos filhos adotivos da deputada, também afirmou aos investigadores sobre a existência do quarto de orações da casa, em que a deputada fazia rituais que não tinham correlação com a prática cristã.

“Ela pegava nomes de pessoas que queria que se aproximassem da família e fazia a preparação. Tinha mel, açúcar e alguidar. Havia orações, pedidos para Deus, mas aquilo não era normal no meio evangélico”, disse Misael, ao afirmar que os rituais ocorriam desde a época em que a família morava na favela do Jacarezinho, na Zona Norte.

Outra testemunha também já havia comentado no inquérito policial que não acreditava que Flordelis fosse evangélica. Um homem, que já morou na casa de Flordelis, alegou ter certeza de que a pastora e sua família participavam de uma seita, que tinha a aparência de congregação religiosa, mas que na verdade nada tinha a ver com “aquilo escrito na Bíblia”. “As práticas dessa família são de envolver e manipular psicologicamente as pessoas mais próximas de forma sutil”, disse a testemunha.

Na segunda-feira (30), o advogado Angelo Máximo, que representa a família do pastor Anderson do Carmo, pediu para a Justiça a prisão preventiva de Flordelis. Máximo, que atua como assistente de acusação no processo, defende na petição que uma vez que o crime não tem qualquer relação com o mandato da parlamentar e nem com as atividades por ela desempenhadas, Flordelis não faz jus à imunidade parlamentar, podendo assim, ser presa.

Na petição protocolada na 3ª Vara Criminal de Niterói, o advogado também citou que Flordelis publicou um vídeo em suas redes sociais, no último domingo, em que a deputada questiona afirmações feitas por Regiane Ramos. Máximo alega que no vídeo Flordelis dirigiu ameaças a Regiane e também a outras testemunhas que ainda serão ouvidas. “Quem for falar em audiência tem que provar”, afirmou a profissional evangélica na gravação.

O pedido será enviado ao Ministério Público (MP), para que o promotor do caso, Carlos Gustavo Coelho de Andrade, se manifeste se é contra ou a favor da prisão de Flordelis.

Andrade não é o mesmo promotor que atuou no caso, que decidiu pela imunidade parlamentar de Flordelis. Caso o promotor concorde com o pedido de Máximo, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, decidirá sobre a solicitação.

A testemunha afirmou que a parlamentar tinha objetos usados para rituais de magia negra em casa, e que Flordelis determinou que um de seus filhos, Carlos Ubiraci, retirasse uma mala com o material da residência após o assassinato do pastor Carmo. Carlos é um dos presos acusados de envolvimento na morte de Anderson.

Segundo Regiane os rituais aconteciam no quarto de orações que ficava na residência da pastora em Pendotiba, Niterói, mas nem todos os integrantes da família de Flordelis tinham autorização para entrar no cômodo.

“Só algumas pessoas podiam entrar nesses rituais. São [rituais] para acabar casamento, fazer as pessoas ficarem cada vez mais grudadas a ela [Flordelis]. Eles não são evangélicos”, afirmou a testemunha, que completou que a religião evangélica foi escolhida por Flordelis porque “era a que dava dinheiro”, disse.

Wagner de Andrade Pimenta (vulgo Misael), que é um dos filhos adotivos da deputada, também afirmou aos investigadores sobre a existência do quarto de orações da casa, em que a deputada fazia rituais que não tinham correlação com a prática cristã.

“Ela pegava nomes de pessoas que queria que se aproximassem da família e fazia a preparação. Tinha mel, açúcar e alguidar. Havia orações, pedidos para Deus, mas aquilo não era normal no meio evangélico”, disse Misael, ao afirmar que os rituais ocorriam desde a época em que a família morava na favela do Jacarezinho, na Zona Norte.

Outra testemunha também já havia comentado no inquérito policial que não acreditava que Flordelis fosse evangélica. Um homem, que já morou na casa de Flordelis, alegou ter certeza de que a pastora e sua família participavam de uma seita, que tinha a aparência de congregação religiosa, mas que na verdade nada tinha a ver com “aquilo escrito na Bíblia”. “As práticas dessa família são de envolver e manipular psicologicamente as pessoas mais próximas de forma sutil”, disse a testemunha.

Na segunda-feira (30), o advogado Angelo Máximo, que representa a família do pastor Anderson do Carmo, pediu para a Justiça a prisão preventiva de Flordelis. Máximo, que atua como assistente de acusação no processo, defende na petição que uma vez que o crime não tem qualquer relação com o mandato da parlamentar e nem com as atividades por ela desempenhadas, Flordelis não faz jus à imunidade parlamentar, podendo assim, ser presa.

Na petição protocolada na 3ª Vara Criminal de Niterói, o advogado também citou que Flordelis publicou um vídeo em suas redes sociais, no último domingo, em que a deputada questiona afirmações feitas por Regiane Ramos. Máximo alega que no vídeo Flordelis dirigiu ameaças a Regiane e também a outras testemunhas que ainda serão ouvidas. “Quem for falar em audiência tem que provar”, afirmou a profissional evangélica na gravação.

O pedido será enviado ao Ministério Público (MP), para que o promotor do caso, Carlos Gustavo Coelho de Andrade, se manifeste se é contra ou a favor da prisão de Flordelis.

Andrade não é o mesmo promotor que atuou no caso, que decidiu pela imunidade parlamentar de Flordelis. Caso o promotor concorde com o pedido de Máximo, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, decidirá sobre a solicitação.

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A empresária Regiane Ramos foi ouvida na última sexta-feira (28) durante uma audiência sobre o processo em que a parlamentar é ré pela morte do pastor Anderson do Carmo, em junho de 2019.

A testemunha afirmou que a parlamentar tinha objetos usados para rituais de magia negra em casa, e que Flordelis determinou que um de seus filhos, Carlos Ubiraci, retirasse uma mala com o material da residência após o assassinato do pastor Carmo. Carlos é um dos presos acusados de envolvimento na morte de Anderson.

Segundo Regiane os rituais aconteciam no quarto de orações que ficava na residência da pastora em Pendotiba, Niterói, mas nem todos os integrantes da família de Flordelis tinham autorização para entrar no cômodo.

“Só algumas pessoas podiam entrar nesses rituais. São [rituais] para acabar casamento, fazer as pessoas ficarem cada vez mais grudadas a ela [Flordelis]. Eles não são evangélicos”, afirmou a testemunha, que completou que a religião evangélica foi escolhida por Flordelis porque “era a que dava dinheiro”, disse.

Wagner de Andrade Pimenta (vulgo Misael), que é um dos filhos adotivos da deputada, também afirmou aos investigadores sobre a existência do quarto de orações da casa, em que a deputada fazia rituais que não tinham correlação com a prática cristã.

“Ela pegava nomes de pessoas que queria que se aproximassem da família e fazia a preparação. Tinha mel, açúcar e alguidar. Havia orações, pedidos para Deus, mas aquilo não era normal no meio evangélico”, disse Misael, ao afirmar que os rituais ocorriam desde a época em que a família morava na favela do Jacarezinho, na Zona Norte.

Outra testemunha também já havia comentado no inquérito policial que não acreditava que Flordelis fosse evangélica. Um homem, que já morou na casa de Flordelis, alegou ter certeza de que a pastora e sua família participavam de uma seita, que tinha a aparência de congregação religiosa, mas que na verdade nada tinha a ver com “aquilo escrito na Bíblia”. “As práticas dessa família são de envolver e manipular psicologicamente as pessoas mais próximas de forma sutil”, disse a testemunha.

Na segunda-feira (30), o advogado Angelo Máximo, que representa a família do pastor Anderson do Carmo, pediu para a Justiça a prisão preventiva de Flordelis. Máximo, que atua como assistente de acusação no processo, defende na petição que uma vez que o crime não tem qualquer relação com o mandato da parlamentar e nem com as atividades por ela desempenhadas, Flordelis não faz jus à imunidade parlamentar, podendo assim, ser presa.

Na petição protocolada na 3ª Vara Criminal de Niterói, o advogado também citou que Flordelis publicou um vídeo em suas redes sociais, no último domingo, em que a deputada questiona afirmações feitas por Regiane Ramos. Máximo alega que no vídeo Flordelis dirigiu ameaças a Regiane e também a outras testemunhas que ainda serão ouvidas. “Quem for falar em audiência tem que provar”, afirmou a profissional evangélica na gravação.

O pedido será enviado ao Ministério Público (MP), para que o promotor do caso, Carlos Gustavo Coelho de Andrade, se manifeste se é contra ou a favor da prisão de Flordelis.

Andrade não é o mesmo promotor que atuou no caso, que decidiu pela imunidade parlamentar de Flordelis. Caso o promotor concorde com o pedido de Máximo, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói, decidirá sobre a solicitação.

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