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GULFNOTICIAS JCNEWS: Proibido de celebrar missas romanas, padre acusa igreja de intolerância religiosa

 Fabrício foi citado em nota emitida pela Igreja Católica Apostólica Romana, mas ele é sacerdote da Igreja Católica Brasileira; entenda como iniciou a confusão 

“A Arquidiocese cometeu crimes ao soltar essa nota de esclarecimento citando meu nome”, disse Fabrício Adão Bernardo, desautorizado por meio de um comunicado a atuar em nome da Igreja Católica Apostólica Romana em Santa Catarina. Segundo ele, a publicação causou danos graves em sua carreira vocacional.

O sacerdote que pertence a Igreja Católica Apostólica Brasileira (mais conhecida pela sigla ICAB) chegou a procurar a delegacia de Porto Belo, no litoral Norte, para registrar um boletim de ocorrência. O padre também quer entrar com processo na Justiça por danos morais, intolerância religiosa e calúnia. A nota publicada na última segunda-feira (24) pela Arquidiocese de Florianópolis – da Igreja Romana -, ocorreu após vídeos viralizarem nas redes sociais mostrando Fabrício fazendo celebrações litúrgicas de batina dentro de templos religiosos. Ele nega que as vestimentas e os locais pertencem a Igreja Romana. Ambas instituições – Romana e Brasileira – utilizam vestimentas e realizam celebrações similares. A delegada Luana Backes promete que vai analisar a denúncia. “Se for o caso de crime mesmo, instauramos o procedimento, ouvimos as partes e iniciamos a investigação”, explicou.O documento assinado pelo arcebispo dom Wilson Tadeu Jonck, de Florianópolis, adverte que os sacramentos realizados por Fabrício não tem validade no âmbito da Igreja Católica Apostólica Romana. “Ele não é padre católico”, diz a nota que gerou polêmica na internet. 

O texto diz ainda que se as pessoas batizadas ou casadas por Fabrício quiserem permanecer na Igreja Romana, devem procurar líderes religiosos romanos para “acertar sua condição sacramental”.

Em 2010, na cidade de São Paulo, um homem foi preso e condenado após se passar por padre da Igreja Romana por cerca de dois anos, quando, na verdade, era padre da ICAB. O comunicado da Arquidiocese da Capital na última semana se propões a evitar que esse tipo de confusão ocorra. 

Conflito de versões

Fabrício afirma que foi chamado de “farsante” após a nota da igreja Romana e que foi recebeu até comentários de chacota. O sacerdote garante, no entanto, que tem o hábito de comunicar aos fiéis sobre a igreja a qual pertence e que isso ocorre em todas as celebrações.

“Primeiro, eu tenho uma conversa com a família, explico sobre a igreja, sobre os sacramentos, sobre as diferenças, e fica na liberdade da pessoa querer ou não”, contou. No perfil de Fabrício, a presença da sigla ICAB está apenas no fim de uma nota contra a Arquidiocese de Florianópolis. No texto, Fabrício deixa claro que pertence a Igreja Brasileira e diz que é um “sacerdote legitimamente ordenado”. Em vídeos publicados, não há essa diferenciação. Ele apenas se intitula como “Padre do Bailão” – uma referência à música gospel que canta. 

Nas redes sociais, há também uma publicação de Fabrício comemorando o Dia do Padre, instituído em 1929 por Papa Pio XI, comemoração pertencente à Igreja Católica Apostólica Romana. 

Nota foi para esclarecer

Procurado na terça-feira (26), o padre Vitor Galdino Feller, da Arquidiocese de Florianópolis da Igreja Católica Romana, disse que a nota foi emitida após padres de diferentes paróquias declararem confusão entre os fiéis. 

“As pessoas estavam ligando e perguntando sobre ele, se o batismo de Fabrício valia  para a igreja, quem era ele”, comentou. “O povo está confundindo e decidimos emitir nota para esclarecer”, explicou. “Não tem nada demais, ele não fez nada”, completou.  Nesta quinta-feira (28), a reportagem tentou contato com a Arquidiocese de Florianópolis, mas não houve retorno. A assessoria de imprensa também foi procurada, mas disse que não poderia comentar o episódio sem a aprovação dos padres.

Pivô de confusão foi uma igreja

Em conversa com a reportagem do nd+ na quinta-feira (27), Fabrício contou que a “confusão” toda começou com a pequena Capela Imaculada Conceição, localizada em Bombinhas.

O local construído na década de 1930, foi palco de celebrações feitas por Fabrício, da ICAB, nos últimos meses. Fotos e vídeos foram postados nas redes sociais e, segundo o religioso, causaram a desconfiança de alguns fiéis católicos Romanos. “Eu, por ser padre, e ter o direito de celebrar em espaços públicos e privados, conversei com um dos responsáveis da capela e ele autorizou a celebrar com o propósito de, talvez, futuramente, ter uma concessão da capela para fazer missas, batizados [pela Igreja Católica Brasileira]”, disse.

“Eu, por ser padre, e ter o direito de celebrar em espaços públicos e privados, conversei com um dos responsáveis da capela e ele autorizou a celebrar com o propósito de, talvez, futuramente, ter uma concessão da capela para fazer missas, batizados [pela Igreja Católica Brasileira]”, disse. 

Obs:  J. Claudino Blogueiro Gospel afirmou :  Vixxxxee  ÔXENTE eu pensei que " segundo os Paulo Sacramento, " Intolerância e coisa dos evangélicos, e agora Sacramento, cadê seus " Xiliques, seus Ui  ui, não me toques, comente que estou errado, se puder, ou cale-se, kkkkk Rapaz!!! Até os padres, ui,ui


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